O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2012/07/08

NO FUNDO, UM PADRE DE SUNGA

Filed under: A real do mundo real — trezende @ 10:48

Um dos assuntos de maior repercussão da semana foi o fim do casamento de Tom Cruise. Menos pela separação e mais pelo fator motivador: a religião do galã.
Katie Holmes estaria de saco cheio – e com medo, dizem – da ligação dele com a seita.
Agora aparece mais uma personagem para reforçar a ideia de que Tom Cruise não bate muito bem da cabeça: sua ex-agente Eileen Berlin conta ao jornal “The Daily Mail” que sabia desde o início que a relação com Katie Holmes estava fadada ao fracasso. E revela também algumas bizarrices.
Eileen quebrou o silêncio pela primeira vez desde que assinou contrato com o ator (então com 18 anos) e tornou-se sua mãe substituta e mentora quando ele estava no ápice da fama.
Segundo Eileen, tudo é culpa da raiva contida de Tom, motivada por uma infância problemática e três casamentos desfeitos.
Na infância, o astro – batizado como Thomas Cruise Mapother IV – sofria de dislexia, era alvo de bullying, apanhava do pai e depois foi abandonado por ele. Aos 15 anos entrou para o seminário e tinha a intenção de tornar-se padre.
Carregando um violão e uma mochila de lã entre seus poucos pertences, Tom Cruise mudou-se para o apartamento de sua agente em Manhattan onde morou por três meses.
Em 1981 ele assinou seu primeiro contrato cinematográfico para atuar em “Taps”.
“Quando eu o encontrei ele já tinha decidido a se tornar um astro. Ele queria ser tratado assim e já agia como tal. Ele costumava andar só de sunga pela minha casa. Eu tinha uma parede de espelhos e via que ele ficava se olhando, flexionando o bíceps e se admirando. Eu ficava um pouco constrangida, mas ele gostava de mostrar o corpo. Tinha muito orgulho disso”, revela Eileen.
Apesar de temperamental, o inquilino também tinha um lado encantador. “Ele era doce, respeitoso e sempre se referia a mim como ‘ma’am’ e ao meu marido como ‘sir’. Mas ele era reservado, não era capaz de demonstrar verdadeiramente seus sentimentos. Você podia tentar se aproximar, mas ele se fechava. Tenho certeza de que suas ex-mulheres tiveram de conviver com essa barreira”.
Segundo ela, Tom era capaz de canalizar sua raiva para os personagens. Para “Taps” ele se trancou num armário. “Disse que precisava pensar em alguém estuprando a irmã antes de filmar a cena em que ele dava um tiro”.
“Uma vez meu marido e eu o levamos para almoçar num dos intervalos das filmagens e uma garçonete perguntou se ele era um dos atores. Tom disse a nós: ‘Por favor, diga a ela para não me fazer questões. Ainda estou dentro do personagem’”.
Outra vez a chapa esquentou quando Eileen deu a ele um presente de aniversário – um álbum em que ela colou fotos dele em diversas revistas. “Ele gritou: ‘Não gostaria de estar em revistas de adolescentes’. E atirou o álbum na minha cara”.
“A mãe dele pediu que ele saísse de casa. Acho que é porque ele tinha um problema com bebida na adolescência”, conta Eileen. “Ela se casou novamente e ele alimentou muita raiva e ressentimento pelo pai, que o abandonou junto com suas três irmãs”, diz Eileen.
“Toda vez que eu o via ele estava acompanhado de uma garota, mas nunca o vi com a mesma menina duas vezes.  É como se ele quisesse provar que ele era desejado – ou talvez quisesse sentir-se amado”.
Eileen conta que não ficou chocada quando Katie terminou com ele. “Fiquei surpresa por ter durado tanto. Aliás, fiquei boquiaberta quando ele se casou pela primeira vez, com Mimi Rogers, e depois com Nicole Kidman. Tom era temperamental e ficava nervoso com um estalar de dedos. Era como algo que estava sendo cozido em fogo lento e a qualquer hora ferveria e explodiria”.
A relação profissional de Eillen e Tom terminou em 1983, mas eles mantiveram contato durante algum tempo. Durante um jantar ele mencionou a Igreja da Cientologia e creditou a ela o fato de ter superado seus problemas de adolescência.
Depois disso, Eileen conta que passou a receber convites para participar de eventos na igreja.
“Acho que Tom era o perfeito candidato para a Cientologia. Não acreditava em terapia, mas obviamente precisava dela. Ele não era capaz de se relacionar. O mundo o vê como um cara bonito e que vale milhões de dólares. Eu o vejo apenas como um menino”.

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1 Comentário »

  1. Com um historico de vida desses,dá para ficar´pirado mesmo!

    Comentário por picida ribeiro — 2012/07/10 @ 07:26


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