O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2011/11/01

YABBA-DABBA DO!

Filed under: Mentes brilhantes — trezende @ 09:59

Numa época em que a onda é ser naturalista, comer quinoa, tomar suco de clorofila e fazer tricô e crochê, um restaurante em Berlim resolveu chutar o pau da barraca e levar a experiência de volta ao passado ao extremo.
O “Sauvage” só serve pratos do tempo das cavernas. O restaurante – que se autointitula de cozinha paleolítica e abriu as portas em maio – foi buscar inspiração na Idade da Pedra.
“Grãos, amido, laticínios e açúcar não têm lugar no menu paleolítico”, diz o site. Apenas ingredientes acessíveis aos caçadores de 2 milhões de anos atrás.
Segundo o site, “grãos foram feitos para resistir, não para serem comidos. A cada mordida, eles atacam nosso sistema digestivo colocando nosso corpo num estado de inflamação permanente”.
O jornal “Spiegel Online” diz que o “Sauvage” é parte do “movimento paleolítico diet” e se proclama o primeiro do tipo em toda a Europa. Isso significa servir apenas alimentos orgânicos, frutas e vegetais não-processados, carne, peixe, ovos, castanhas, sementes e ervas.
Entre as sugestões, saladas com azeitonas, alcaparras e castanhas; pão sem glúten com manteiga à base de castanhas ou patê de azeitonas; salmão defumado com molho à base de ervas e vários tipos de carnes e peixes. De sobremesa, bolos sem glúten e sem açúcar, como a torta de abóbora picante.
A ambientação é outro diferencial. Os clientes comem à luz de velas e as paredes são decoradas com imitações de pinturas rupestres. Os mais empolgados podem andar descalços ou levantar pedras numa área reservada.
“Muita gente acha que a dieta paleolítica é apenas mais uma modinha, mas é um fenômeno mundial com uma grande comunidade online em várias partes do mundo. Provavelmente a tendência seja maior nos Estados Unidos, onde as pessoas já estão cansadas do ‘fast food way of life’ e gerações de doentes têm surgido”, diz Rodrigo Leite-Poço, o proprietário do “Sauvage”.
Questionado pelo jornal sobre certos itens do menu – como o vinho – Leite-Poço diz: “O restaurante tem de sobreviver e precisa encontrar público entre a maioria – que não é de ‘paleos’. Então fazemos algumas concessões”.
Os “paleos” mais radicais, por exemplo, acham que a carne deve ser comida crua. Para oferecer essa opção, o restaurante precisaria de uma licença.

Conheçam o restaurante AQUI

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2 Comentários »

  1. Ô, Tati!
    Os caras não são de nada. Se fosse pra valer mesmo, o cliente tinha que matar a comida!
    Bjs,
    Adh

    Comentário por Adh2bs — 2011/11/01 @ 10:33

  2. Muito bom!

    Comentário por Neves — 2011/11/06 @ 10:40


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