O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2011/10/26

MUITO ALÉM DOS MUROS DO PALÁCIO

Filed under: Folheando — trezende @ 10:35

Nunca saberemos se o príncipe Harry é mesmo filho do professor de equitação de Diana ou se a Rainha realmente odeia Camilla Parker-Bowles, mas um livro que está para ser publicado vai revelar alguns segredinhos mais amenos da família real britânica.
Trata-se de “Not In Front Of The Corgis”, de Brian Hoey.
O jornalista – autor de mais de 20 livros sobre o clã e que cobre os assuntos da realeza outras tantas décadas –, conta curiosidades do tipo “Por que a Rainha não tem carteira de motorista?”, “Que músicas ela gosta de dançar?” ou “Quem é o integrante mais popular da realeza?”.
Segundo Brian, ninguém sabe mais sobre a família real do que seus 1.200 funcionários.
Esses mais de mil empregados dividem-se em postos de trabalho pelas cinco residências de que é composto o palácio de Buckingham. Cerca de 339 deles trabalham em período integral, mas apenas alguns têm contato regular com a Rainha.
Um deles tem uma tarefa bem peculiar: remover, diariamente, a lâmina do mata-borrão da Rainha. Assim ninguém pode examinar a caligrafia dela ao analisar cuidadosamente a almofadinha.
Apesar de não o salário não ser tão alto – o mais bem remunerado ganha 180 mil libras por ano –, eles têm algumas regalias. Podem praticar sete modalidades esportivas e usar a piscina do palácio. No entanto, se estiverem nadando e algum integrante da família aparecer, devem se retirar – a menos que sejam convidados para ficar. Além disso, o cinema do palácio conta com filmes que ainda nem estrearam.
Quanto aos soldadinhos mal-humorados que ficam na frente do palácio, eles têm de ser magros e ter pelo menos 1m72 – até para caberem no traje já existente. Novos uniformes custariam em torno de 2 mil libras cada.
Outra curiosidade é que os membros da família são avaliados segundo uma tabela elaborada pelos funcionários que vai do mais popular ao mais antipático. A Rainha não faz parte da lista.
No topo da relação, o príncipe Philip, considerado o mais leal à equipe. Quando seu motorista morreu, no início do ano, ele quebrou a tradição e, em vez de mandar um representante, compareceu ele mesmo ao funeral.
Em segundo lugar vem a falecida princesa Margaret, que costumava levar seus funcionários mais chegados para uma refeição natalina num caríssimo restaurante inglês. Ela chegou, inclusive, a pagar uma cirurgia plástica para a esposa de um de seus cozinheiros.
Já a princesa Anne – filha de Elizabeth II e Philip – é conhecida por sua falta de noção e temperamento forte.
Abaixo dela, apenas Charles – muito detalhista – Camilla, e o duque de York, André.
O príncipe Edward é tido como o mais pomposo. Insiste sempre na mais absoluta formalidade.
Outra fofoca sobre o príncipe Charles é que nunca escolheu ou tirou as próprias roupas. Ele tem três camareiros só para a função. Se tem três visitas num dia, por exemplo, os funcionários deixam diversas gravatas no carro para que ele as troque durante o trajeto.
O príncipe geralmente gosta de usar a gravata da organização ou do estabelecimento militar que vai visitar. Outra função dos camareiros é passar a ferro os cadarços dos sapatos de Charles.
Segundo Brian Hoey, a realeza odeia quando um convidado abusa da hospitalidade. Para tanto, desenvolveu uma técnica para apressar a saída de hóspedes do tipo.
Eles chamam um mordomo e perguntam se o carro do convidado já chegou. O funcionário sai e reaparece alguns momentos depois anunciando que sim, o carro já estava à espera.
Quer chatear algum integrante da família real? Basta convidá-lo para abrir um negócio.

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3 Comentários »

  1. Interessante saber dessas manias da realeza. Agora, sempre desconfiei que a turminha era do time dos “braços curtos”. Só afiam as garras para se garantirem na maior mordomia… Êêêêê…
    Bjão,
    Adh

    Comentário por Adh2bs — 2011/10/26 @ 13:43

  2. Essa de mandar passar os cadarços boquiabriu-me. Que isso.

    Beijocas!

    Comentário por Selma Barcellos — 2011/10/26 @ 17:34

  3. Já imaginou como deve ser a vida ssim? Com gente e dinheiro para resolver todos os problemas?
    Parece bom. Mas pode não ser…

    Comentário por picida ribeiro — 2011/10/27 @ 11:15


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