O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2011/09/27

O JORNAL TÁ CARO

Filed under: Mentes brilhantes — trezende @ 09:56

Um artigo publicado pelo site “Slate” desvenda um dos grandes mistérios da humanidade: “What Do Bears Have To Do With Toilet Paper?” (“O que os ursos têm a ver com papel higiênico?”). No subtítulo, a dúvida persiste: “Uma pequena história sobre o marketing do papel de banheiro. E mais: ursos são tão macios assim?”.
Segundo o artigo, algumas semanas atrás a “Procter & Gamble” comemorou o “Dia Nacional do Papel Higiênico” com uma série de eventos que contou com a presença de seu mascote: Leonardo, o Urso.
Então o autor se pergunta: “Mas quando os ursos começaram a ser associados a papel higiênico?”. A resposta: durante as últimas décadas. A preponderância de ursos, anjinhos, bebês e cãezinhos nas embalagens é invenção dos maiores fabricantes da indústria.
“Procter & Gamble”, “Georgia-Pacific” e “Kimberly-Clark” controlam dois terços do mercado e seus mascotes estão por aí há mais de 15 anos.
O primeiro anúncio publicitário de papel higiênico foi feito há mais de cem anos. Nessa época, raramente o produto era associado a imagens específicas. Em 1880 muitos deles eram vendidos como “papel medicinal” para tratar hemorroidas e outros problemas de saúde.
A “Scott” foi a primeira a oferecer papel no rolo, em 1890, mas tinha vergonha de colocar seu nome na embalagem. Então escolheu o título de dois hotéis tradicionais da época, “The Waldorf” e “The Statler”. As embalagens contavam com ilustrações básicas, como florzinhas, mulheres em trajes de gala ou homens conduzindo carruagens.
Em 1920 a “Scott” cria seu primeiro mascote, o “Mr. Thirsty Fibre”, uma mistura de dois ícones: Mr. Peanut (Sr. Amendoim) e Rich Uncle Penny Bags (mais conhecido como o mascote do jogo “Monopoly”). O “Mr. Thirsty Fibre” era uma espécie de Abraham Lincoln bravo – como mostra a ilustração acima.
Aos poucos, a indústria foi adotando um “approach” mais feminino para demonstrar elegância e suavidade.
Em 1953, a marca “Charmin” é a primeira a colocar um bebê ao lado da imagem de uma mulher. E em 1956 é o bebê quem domina a cena.
Por sugestão de um dos executivos da “Scott”, em 1972 surge a primeira embalagem que traz um cachorrinho e rapidamente ela se torna um dos mais adorados ícones da propaganda na Grã-Bretanha.
Um representante da companhia explicaria ao jornal “The New York Times” que o objetivo do cachorrinho era “expressar vulnerabilidade e a necessidade de um tratamento gentil”.
No fim do texto o autor coloca uma nota bônus esclarecedora:
“Os ursos são realmente macios? Não se comparados a outros mamíferos. Ursos marrons como o Leonardo realmente têm um pelo grosso e uma grande camada de gordura subcutânea. Ainda assim, a suavidade do animal depende da densidade e da composição do pelo. O animal com o pelo mais espesso é a lontra marinha, que tem milhares e milhares de pelos por centímetro quadrado. Para comparação, o urso marrom tem cerca de 2.500 cabelinhos na mesma área e o urso polar branco, 2.900. Entre os mamíferos terrestres, a chinchila é o mais peludo”.

Leiam o artigo completo AQUI

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2 Comentários »

  1. Limpar o traseiro com uma chinchila deve ser o cúmulo do chique, hein?

    Comentário por Ricardo Rezende — 2011/09/28 @ 00:35

  2. Gostei

    Comentário por Junior — 2012/03/01 @ 15:43


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