O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2010/02/13

HORA DE DAR TCHAU

Filed under: Diário de bordo — trezende @ 09:36

Fora o mar exuberante, o que mais impressiona nos arredores de Cancun são os “cenotes” (poços). Por onde quer que se vá há vários deles – um mais bonito do que o outro.
A península de Yucatán é uma região de terreno pedregoso e de solo calcário. Portanto, andamos inúmeros quilômetros em estradas planas e nada de rio, córrego, cachoeira, bica d´água ou chafariz.
A água só aparece no subterrâneo, em forma de poços. Alguns estão cercados por vegetação fechada e outros são facilmente localizados graças à cúpula.
O mais famoso é o Cenote Sagrado de Chichén-Itzá – indisponível para banhos e mergulhos. Mas a três quilômetros do sítio arqueológico está um dos mais bonitos: o de “Ik Kil” (dos Ventos).
O “Poço dos Ventos” fica num hotel e é muito bem conservado. Difícil alguém chegar à boca do poço e não tomar um susto. Ao olhar para baixo, descortina-se a maravilha: um poço com águas azuis em meio ao que parece um jardim tropical com 50 metros de profundidade.
Para alcançar o espelho d´água, o turista precisa descer uma escada de pedra com 92 degraus – são 22 metros até a água.
Lá embaixo, ao olharmos para o alto e nos depararmos com o monte de cipós, nos sentimos o próprio Chewbacca em busca do elo perdido – com direito a uma ponta de medo de que apareça um daqueles bichos voadores para nos atacar. Paisagem pré-histórica mesmo. E linda.
Apesar de o uso de coletes salva-vidas ser recomendado, a maioria dos turistas opta por um mergulho-kamikaze.
Ambiente de selva, praia, ruínas arqueológicas, parques aquáticos, mergulhos simples ou arriscados, lagartos, boates, hotéis deslumbrantes ou até miragens envolvendo dinossauros. Assim é Cancun e arredores. Um programão mesmo no inverno.
Moral da história: agendem uma visita antes de vocês virarem oferenda para os deuses. Até a próxima!

Acima, a decoração do teto do bar Señor Frog´s

Vejam mais fotos AQUI

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2 Comentários »

  1. Depois de ganhar na mega sena,vou agendar uma visita.

    Comentário por Juventino — 2010/02/13 @ 21:16

  2. Após uma olhada geral em tudo, temos que concordar com o que dizem os mexicanos (segundo Fernando Sabino): “como el México no hay dos” (ou algo assim).
    Abç,
    Adh

    Comentário por Adh2bs — 2010/02/15 @ 08:35


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