O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2010/01/21

ARRAIÁ BOM DEMAIS

Filed under: Diário de bordo — trezende @ 08:57

Arraial D’Ajuda já foi reduto de hippies. Hoje é uma vilinha cheia de charme e badalação – mas sem a exclusividade de Trancoso.
O caminho até Arraial é um convite ao sossego. A paisagem começa a fazer bem aos olhos durante a travessia da balsa pelo rio Buranhém a partir do cais de Porto Seguro. Em pouco mais de cinco minutos de navegação temos belíssimas imagens – na retina e na câmera fotográfica. Já do outro lado, são cerca de quatro quilômetros até o alto da vila.
As praias mais famosas de Arraial são Pitinga e, mais em direção ao sul, Taípe – ambas com gigantescas falésias.
Mas gostosa e aconchegante é Mucugê, sem axé alto, sem dança da bundinha, sem vendedores insistentes e sem megabarracas. Enfim, sem farofa.
As barracas de Mucugê são, na verdade, tendas montadas fora da areia numa parte mais elevada. Uns fazem massagens, alguns leem e outros preferem gastar R$ 60 para entrar no “Arraial D’Ajuda Eco Park” – o “Wet n´Wild” baiano.
Fim de tarde é hora de conhecer melhor o centrinho. Passando pela “Broadway” – rua com algumas lanchonetes e comércio –, chega-se ao Largo da Ajuda. Ladeado pelas clássicas lojinhas pega-turista, lá está o principal monumento histórico local – a igreja de Nossa Senhora D’Ajuda.
Na mesma praça, um jardim abriga um monumento horroroso formado por três aviões que parecem querer reproduzir manobras da Esquadrilha da Fumaça (aceito teorias e explicações para o enigma).
Mas o melhor está atrás da igreja, de onde se pode admirar a beleza das praias de Arraial a partir de um mirante privilegiado. À tarde, com a sombra e a brisa, é o lugar ideal para descansar a moleira depois de um dia inteiro lagarteando sob o sol.
É também o cenário perfeito para planejar a incursão do dia seguinte: Trancoso.

Acima, por-do-sol no rio Buranhém. Vejam outras fotos AQUI

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4 Comentários »

  1. Tati, suponho que a rua Broadway tenha sido mera comparação (daí as aspas), embora não me surpreenderia se os baianos a batizassem assim…
    Belas fotos!

    Beijocas.

    Comentário por Selma Barcellos — 2010/01/21 @ 18:14

  2. Eu sei, eu sei, vão dizer que só porque sou gaúcho vou puxar sempre a sardinha para o meu lado, mas o fato é que essa foto do pôr-do-sol me lembrou uma outra que tirei no Guaíba. Entrei no site e vi as suas outras fotos. Bacanas! Quero ir a Mucugê! Um tia minha montou um negócio em algum lugar daquelas paragens… Preciso saber que lugar é esse e correr visitá-la. Você podia colocar os preços médios das hospedagens, só para ver se cabe no orçamento… Ahahaha Apesar de não comentar sempre, estou por aqui, Tati! Beijo.

    Comentário por Renan — 2010/01/21 @ 21:15

  3. “…Mucugê sem axé alto…”.
    Isso quer dizer que, invariavelmente, o axé está presente. O que pode variar é o volume.

    Comentário por Ricardo Rezende — 2010/01/21 @ 21:24

  4. Xi… Acho que me expressei mal. Quem quiser conhecer Mucugê pode ter uma certeza: axé zero. Pode ir com fé!

    Comentário por trezende — 2010/01/21 @ 21:53


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