O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2009/03/04

BATHROOM READING

Arquivado em: Mentes brilhantes — trezende @ 09:20

 

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lampadaNo Jornalismo existe uma área considerada “menor”, que são as publicações que especulam sobre a vida dos famosos. A maioria é de gosto duvidoso, outras revestem-se de uma aura chique, mas ainda são fofoca. Elas têm seu público – que não é pequeno – empregam milhares e movimentam a indústria do divertimento. Fazer o quê?
A Ciência também tem um ramo “menor”. São as pesquisas inúteis. Não sei o que os cientistas do campo da Saúde – ocupados com a descoberta de vacinas ou a cura de doenças – pensam da ala criativa.
De qualquer forma, ao contrário do Jornalismo-urubu, por mais inútil que alguns estudos sejam, sempre revelam algo curioso, engraçado e bizarro. Abaixo, alguns exemplos toscos dos últimos tempos:

 

1) Em 1960 dois pesquisadores da Pensilvânia dedicaram-se a estudar a excitação sexual dos perus. Eles confeccionaram um modelo de fêmea com palitos de maneira que ela pudesse ser desconstruída aos poucos. Notaram que mesmo após retirarem praticamente todas as varetas o peru continuava excitado pela “perua”. A conclusão foi que os perus são seres realmente estúpidos.

 

2) Em 1962, cientistas na Universidade de Oklahoma resolveram testar os efeitos do LSD em elefantes. O escolhido foi Tusko. No entanto, em vez de elevarem a dosagem progressivamente, injetaram cerca de 3.000 vezes mais do que já seria suficiente para um humano. Tusko morreu duas horas depois. Conclusão: “os elefantes são altamente sensíveis ao LSD”.
Os cientistas se defenderam dizendo que eles próprios já haviam usado LSD e tinham certeza de que era seguro. Vinte anos depois, desconfiando que Tusko havia morrido por causa das drogas usadas para reanimá-lo, um colega repetiu a experiência. Misturou o LSD à água e observou que o elefante ficava numa nice, mas não pirava e nem morria.

 

3) Em 2002, três cientistas de uma universidade de Nova York afirmaram que sêmen é um ótimo antidepressivo. Depois de uma série de entrevistas com universitárias sexualmente ativas concluíram que mulheres que fazem sexo sem preservativo são menos depressivas. O fato é que eles não levaram em consideração a possibilidade de que as que não recorriam ao preservativo tinham relacionamentos estáveis.

 

4) No ano passado, o “British Medical Journal” publicou o resultado de um estudo realizado por um professor e um aluno australianos: o de que balançar a cabeça como astros do heavy metal faz mal ao cérebro.

Eles escreveram: “Essas canções possuem uma média de 146 batidas por minuto. Nesse ritmo nós prevemos que o ‘headbanging’ pode causar dores de cabeça e tonturas se a escala do movimento do crânio em comparação ao pescoço for maior do que 75 graus”.

 

5) Também no ano passado um psicoterapeuta australiano decretou que entre os estudantes, os nerds da Ciência são os que têm maior probabilidade de serem virgens.

O pesquisador baseou sua análise em jovens entre 16 e 25 anos. Ele garante que o problema não é causado pela falta de sex appeal desses nerds, mas porque o trabalho se sobrepõe à vida social – especialmente entre os que se dedicam à Biologia ou à Química.
Os mais sexualmente ativos? As estudantes de Artes.

 

Já que estamos na área da inutilidade, também quero dar minha contribuição: um teste que mede o risco de você adquirir uma lombriga. O meu é esse aí:
 

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Façam o teste AQUI

 

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