
Hoje um tema bem adequado à Sexta-Feira 13: o “Complete Manual of Things that Might Kill You – A Guide to Self-Diagnosis for Hypochondriacs” algo como “O Manual Completo de Coisas que Podem Matá-lo – Um Guia de Autodiagnóstico para Hipocondríacos”.
Segundo o site da “Amazon”, “durante muito tempo o hipocondríaco teve de se contentar com o material de referência médica escrito para as massas, mas esse livro revolucionário é dedicado inteiramente à perspectiva do hipocondríaco”. Afinal, “todos vamos morrer de alguma coisa – então por que não escolher o nome de uma doença rara e difícil de pronunciar?”.
Apesar de superbem ilustrado, organizado e carregado de informações técnicas verdadeiras e muito úteis, no prefácio a editora deixa claro que se trata de um livro com propósitos recreativos.
No início, explicações sobre o que é hipocondria, sua história e como reconhecer um hipocondríaco.
Usado pela primeira vez por Hipócrates no século 4 antes de Cristo, o termo “hipocondria” não se referia àquele que teme doenças em geral. Estava relacionado às desordens digestivas e envolveriam o fígado, o baço e a vesícula.
Acreditava-se que os humores – fluidos corporais – que emanavam do hipocôndrio (que reveste a cavidade gástrica) causavam problemas físicos e emocionais.
A hipocondria só passa a ser relacionada à preocupação excessiva com a saúde no século 2 pelo filósofo e médico romano Galeno, que a associou à melancolia.
O livro traz também um teste para o leitor identificar se sofre do problema, o “The Whiteley Index”. Desenvolvido em 1967 pelo doutor Issy Pilowsky, foi publicado pela primeira vez no “Jornal Britânico de Psiquiatria”.
Os capítulos – divididos de acordo com as partes do corpo e os sintomas – seguem o padrão: “Cabeça: Se você sofre dor de cabeça talvez você tenha…”. As opções são bem animadoras: tumor cerebral, encefalite…
Alguns capítulos são classicamente hipocondríacos (“Aperto de mão mortal: A etiqueta pode ser fatal”), mas outros são muito úteis, como o que fala dos dez erros médicos mais comuns, dos suplementos desnecessários, de intoxicação alimentar e de doenças sexualmente transmissíveis.
Mas o guia não é só tragédia. Ele enumera alguns benefícios de ser hipocondríaco, como aumentar a atenção com a saúde, desenvolver o conhecimento sobre esse assunto, ajudar na vida social e até desenvolver a imaginação.
No fim um extenso glossário com termos médicos e um índice com mais de 300 doenças para o hipocondríaco se refestelar.

Dia 31 de julho chega às livrarias americanas o “Book of Business Quotations” (“Livro das Citações dos Negócios”). Editado por Bill Ridgers, um dos editores da revista “The Economist”, é uma coletânea de frases famosas de personagens históricos, políticos, empresários de sucesso e até personagens da ficção compiladas por jornalistas, escritores e professores. Eles pesquisaram inúmeras publicações financeiras e a própria revista “The Economist”.

Constatei que estou com mania de livros sobre a China. O da vez é “China – O Despertar do Dragão”, de Luís Giffoni.





A comida está fortemente ligada a muitos aspectos de nossa vida. Comemos para festejar, para relembrar e até para matar a fome. Os cineastas sabem disso e, às vezes, há pratos que mereceriam destaque nos créditos porque são importantes para a história. Alguns viram inclusive o título do filme, como “American Pie”.
Apesar de serem vendidos como saudáveis, os cereais foram perdendo esse status ao longo do tempo. Atualmente são toneladas de açúcar, ingredientes artificiais e grãos refinados todos juntos numa caixinha bem linda.



Muita gente, quando viaja para um país no qual não fala a língua, apela para a mímica. Meio engraçado, meio patético, meio útil, o hábito pode causar saias-justas. Um dedinho a mais ou a menos acompanhado de uma cara marota é capaz de estragar uma viagem.
Raramente um diretor de Recursos Humanos ou o dono de uma empresa admite que a aparência – principalmente para a mulher – é fundamental na conquista de uma vaga. O Brasil é exceção.
Por que tenho de fazer depilação cavada? Devo colocar botox? Os homens nos odeiam secretamente? Por que as pessoas vivem nos perguntando quando vamos ter bebê?

