
As fronteiras entre o mundo real e o virtual estão cada vez mais tênues.
E não estamos falando do que tem sido produzido em termos de tecnologia da informação, mas entre o que é de fato virtual (imaginação) e o que é real (concreto, físico).
Tudo começou com o “air guitar” – que nada mais é do que tocar uma guitarra imaginária. Em inúmeras competições pelo mundo vários “guitarristas” se contorcem e fazem caras e bocas para mostrar que sabem (ou saberiam) dedilhar o instrumento.
Pois se o “air guitar” já é algo meio patético, imaginem o “air sex”, uma performance imaginária de sexo.
Depois que uma apresentação chamou a atenção num programa de calouros na TV americana, o site “The Huffington Post” fez uma matéria sobre um dos campeonatos de “air sex” que vêm sendo realizados em vários Estados americanos.
Há duas regras: o clímax tem de ser simulado e sempre deve haver uma pessoa imaginária no palco durante a apresentação. Além disso, todos os competidores precisam de música para executar a “coreografia”, roupa e de um apelido.
Três jurados avaliam o show levando em consideração as preliminares, o ato em si e a energia sexual do candidato.
“O air sex um dia será esporte olímpico”, disse Chris Trew, DJ e criador da competição ao “The Huffington Post”.
No show assistido pelo site numa casa noturna em Nova York estavam no palco “lendas do ‘air sex’ como ‘Jam Out With Your Clam Out’, ‘Magic Michelle’ e ‘Tootenanny’” (o vencedor da noite, na foto acima).
Tootenanny simulou beber seis cervejas, ter uma discussão com a “parceira” e acabar resolvendo o problema depois graças à sua energia sexual.
O “air sex” foi inventado no Japão em 2006 por J-Taro Sugisaku. Ou, segundo ele, por um grupo de homens aborrecidos com suas namoradas.
Confiram as fotos AQUI

Quando Luiza Erundina foi a candidata do PT à prefeitura de São Paulo, em 1988, eu tinha 12 anos e uma incrível capacidade para decorar os jingles das propagandas eleitorais gratuitas.



A medalha de ouro pode ser dúvida. Garantia mesmo é a rotina disciplinada de treinos dos atletas que estão na reta final de preparação para as Olimpíadas de Londres, que acontece daqui um mês.


O livro dos sonhos dos praticantes de happy hour já existe: “Drink As Much As You Want And Live Longer: The Intelligent Person’s Guide to Healthy Drinking” (“Beba o quanto você quiser e viva mais: O guia inteligente para a bebedeira saudável”).
Nesta semana uma foto que mostra uma abelha no exato momento em que ela deixa o ferrão no braço da vítima foi premiada pela “Association for Communication Excellence”, que reúne comunicadores, educadores e tecnólogos do mundo todo.
A Polônia não é só o país da Eurocopa. É também a terra da artista Agata Oleksiak, mais conhecida como Olek.
Maldita a hora em que as mulheres resolveram queimar os sutiãs. Depois desse dia todas nós passamos a pagar o preço da infeliz ideia. Além de conquistarmos o direito de trabalhar fora de casa ganhamos o acúmulo de todas as outras tarefas, como a maternidade, os cuidados com a beleza, os compromissos sociais, financeiros e, claro, a carreira profissional.
Em Londres, quem não tem tempo, não sabe, tem preguiça ou vergonha de dizer que não cozinha pode contar com um curinga sensacional na hora de receber uma visita especial em casa.
Hoje os americanos comemoram o Dia dos Pais.
Apesar da evolução tecnológica, dos avanços da Ciência e de tudo o que inventam para facilitar nossa existência na Terra, nossos grandes problemas não evoluíram: drogas, aborto, celibato… Além de continuarem os mesmos, recorremos a soluções do passado na tentativa de resolvê-los.
Barbie e Ken posam de casal feliz, moram na “Casa dos Sonhos” e acham que a vida é cor de rosa. Mas o objetivo da fotógrafa canadense Dina Goldstein é desmascarar essa realidade fantasiosa.

Dia 31 de julho chega às livrarias americanas o “Book of Business Quotations” (“Livro das Citações dos Negócios”). Editado por Bill Ridgers, um dos editores da revista “The Economist”, é uma coletânea de frases famosas de personagens históricos, políticos, empresários de sucesso e até personagens da ficção compiladas por jornalistas, escritores e professores. Eles pesquisaram inúmeras publicações financeiras e a própria revista “The Economist”.

Já passa da hora de a Igreja Católica rever seus conceitos – sob pena de começar a assistir à debandada de seus fiéis.