
Sempre que escuto alguém dizendo que tomou café para despertar ou para se manter acordado acho que tenho algum desequilíbrio neurológico. No meu organismo, a bebida tem um efeito oposto. É tiro e queda: nada como uma caneca de café caprichada para me fazer dormir como uma anjinha.
Primeiro a sensação de saciedade, depois o aconchego no estômago e, por fim, o efeito tranquilizante que me leva a contar carneirinhos dentro de pouco tempo.
Agora minhas suspeitas de distúrbio neurológico chegam ao fim – e da melhor maneira possível. Um estudo acaba de descobrir que a cafeína não age da mesma forma em todos os indivíduos. Em pessoas já motivadas, o efeito é o oposto.
Pesquisas nem sempre são um bom termômetro para o mundo real. Algumas são óbvias (“Pesquisadores australianos divulgaram a única forma comprovada de perder peso: comer menos e se exercitar mais”) e outras absurdas demais (“Pesquisa conclui que homens tatuados são mais saudáveis”). No caso da cafeína, no entanto, posso confirmar: é tudo verdade.
“Diariamente milhões de pessoas usam estimulantes para acordar, ficar alerta e aumentar a produtividade – de caminhoneiros a estudantes que estudam muito”, diz Jay Hosking, candidato a PhD do Departamento de Psicologia da Universidade de Columbia que conduziu o estudo.
“Os resultados sugerem que alguns estimulantes têm efeito oposto nas pessoas que naturalmente favorecem as tarefas mais difíceis, as que vêm com maiores recompensas”, explica Jay.
Para chegar à conclusão, o estudo – publicado pelo jornal científico “Nature’s Neuropsychopharmacology” – analisou o impacto dos estimulantes nos ratos.
Assim como os humanos, alguns ratos são mais capazes de resolver problemas do que os outros. Nos ratos “ocupados”, café e anfetaminas os deixaram menos ativos. Nos preguiçosos, aconteceu o oposto.
A pesquisa sugere que a quantidade de atenção mental que as pessoas empenham para atingir seus objetivos é importante para determinar como os estimulantes as afetam”, diz Jay.

Só de olhar essa cara já dá fome. Todo mundo conhece o Larry, o tiozinho que ilustra as embalagens de aveia Quaker.

As fotos são surpreendentemente chocantes – daquelas que nos demoramos alguns segundos observando.

Aos 8 anos de idade Hannah Brencher já dizia à mãe que o mundo precisava de mais cartas de amor.
O título diz que se trata de um presente. Na verdade, um presente de grego.
Parece que o troço é um sucesso de vendas em vários países e existe no Brasil, mas para mim foi uma agradável descoberta.

O que seria da nossa vida sem os caras-de-pau? Com certeza os dias seriam mais sisudos, as horas demorariam mais para passar e tudo seria bege.
Quando pensamos em boxe as primeiras imagens que vêm à cabeça são homens suados, ensanguentados, com olhos inchados, como se tivessem sido picados por uma abelha bem malvada.
Matt Ramos tem 21 anos, é estudante de Psicologia e tem um projeto interessante e criativo.


Hoje comemora-se o Saint Patrick´s Day (Dia de São Patrício). Em São Paulo, diversos bares se preparam para a festa que, tal o Halloween, pouco tem a ver com a nossa cultura – ela celebra a chegada do Cristianismo na Irlanda.
Cleópatra: a “Serpente do Nilo”; Agrippina: “Atroz e Feroz”; Mary Tudor: “Bloody Mary” (“Maria Sangrenta”); Catherine de Medici: a “Rainha Negra”; Maria Antonieta: “Madame Déficit”; Cixi: a “Imperadora do Dragão”.


