
Carolyn Ekins é gorda. Muito gorda. Uma esganada. Hoje ela está nos 121 quilos, mas o ponteiro de sua balança já girou para números maiores.
É provável que ela tenha tentado todos os tipos de regime, mas de um ano e meio para cá decidiu ter uma experiência mais radical e adotar uma dieta de guerra. Literalmente. Seu objetivo é viver um ano à base das porções da época da Segunda Guerra Mundial.
Em setembro de 1939 o governo inglês criou o “Ministério da Comida”, que tinha a missão de supervisionar o racionamento de comida e orientar de que forma a população tinha de se alimentar.
A população foi incentivada a aprender a produzir a própria comida, a reciclar, a reduzir a dependência de importados, a combater o desperdício e a manter uma dieta balanceada.
Carne fresca e frutas como banana e laranja eram artigos de luxo. Batata, cenoura e pão eram a base da alimentação.
Cada pessoa recebia um cartão de racionamento e tinha direito, semanalmente, a duas fatias finas de bacon, 57 gramas de queijo, 57 gramas de manteiga, 57 gramas de óleo para cozinhar, 57 gramas de chá (15 saquinhos), 230 gramas de açúcar e qualquer tipo de carne que custasse até 2 libras.
Esse tem sido o cardápio de Carolyn.
Paralelo ao regime, Carolyn lançou o blog “The 1940’ Experiment”. Nele, além de comentar a evolução de sua dieta, ela mostra fotos de sua perda de peso. Para cada quilo eliminado, ela recria e publica uma receita dos anos magros da guerra.
“Estou certa de que temos muito a aprender com aquele período. Eu realmente acredito que seguir a dieta da comida racionada vai melhorar minha saúde e fazer com que eu perca peso. Além de tudo, é algo muito gentil com o planeta (consumir alimentos produzidos localmente e usar menos importados e embalagens)”, diz ela.
Em 2006, quando completou 40 anos, Carolyn fez a dieta durante quatro meses e perdeu 26 quilos. Em agosto de 2009, pesando cerca de 143 quilos, ela decidiu retomar o regime. Sua meta era enxugar, pelo menos, 45 quilos. Mas, por enquanto, ela só perdeu 22.
Confiram o blog AQUI


O “flash mob” é quando um grupo de pessoas se junta para realizar uma ação que foi combinada pela Internet. Vale desde guerra do travesseiro até passeata de zumbis.

O Renascimento foi um período de “descoberta do mundo e do homem”, como explica o historiador suíço Jacob Burckhardt no livro “A Cultura do Renascimento na Itália”. É de Jacob a definição que conhecemos hoje do período, tido como de grande florescimento do espírito humano.
Se hoje o talento empresarial de Steve Jobs é incontestável, o mesmo não pode ser dito sobre seus hábitos alimentares.
Ainda intrigada com a “amnésia lupiana”, coincidentemente deparei-me com um artigo sobre a memória do elefante.
Há exatamente uma semana identificamos uma característica peculiar de Carlos Lupi: a 
Angus Kennedy tem o melhor emprego do mundo. Todos os dias ele chega em seu escritório em Kent (sudeste da Inglaterra) e se joga em pilhas de chocolates, biscoitos, caramelos e tudo o que for doce.

Lembro-me de que meu irmão pegou catapora primeiro. Eu, alérgica a picadas de insetos em geral, já apresentava uma promissora carreira na área das coceiras, mas mesmo assim – ou por causa disso – jogava-me em cima dele na esperança de contrair os pontinhos vermelhos. Não demorou muito e eu já estava toda empolada.

Será que nosso cérebro é influenciável ao ponto de se deixar levar por imagens que assistimos um pouco antes de dormirmos? Será que o local em que nos deitamos tem influência sobre os nossos sonhos?
No último dia do ano, na lista-retrospectiva que este blog prepara, já está eleita a não-ação de 2011: a ocupação das favelas da Rocinha, Vidigal e Chácara do Céu.
Foram tantos os bocas malditas que já passaram pelo governo que poderíamos escrever um “pocket book” só com citações infelizes de nossos representantes.
Christopher Boffoli é escritor, fotógrafo, cineasta e artista plástico que mora em Seattle.

O Butão é o país mais feliz do mundo.
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