
A cada dia que passa, temos mais evidências de que Adão e Eva são realmente obra de ficção. De fato, somos macacos evoluídos.
Desta vez, um time de pesquisadores da Universidade de Yale é quem chega para acrescentar mais uma dose de certeza.
Durante sete anos eles ensinaram macacos-prego a gastar dinheiro. E descobriram que economicamente eles são tão inteligentes – ou estúpidos – quanto nós.
Laurie Santos – professora de Psicologia em Yale – e o economista Keith Chen conduziram uma série de experiências nas quais Felix e mais outros sete macacos trocavam fichas de alumínio por comida no que chamaram de “Mercado dos Macacos”.
A princípio assustados, todos os primatas entenderam rapidamente a mecânica da compra e se deram bem com os vendedores – os estudantes do laboratório. Em pouco tempo aprenderam a trocar suas moedas por comida.
No início de 2004, após meses elaborando uma metodologia e treinando os macacos, Keith e Laurie começaram o trabalho.
Laurie pegou dez macacos-prego de Frans de Waal – um reconhecido pesquisador da Universidade de Emory – e planejava dar continuidade às suas pesquisas com macacos que ela havia começado em Harvard.
Inicialmente ela se concentrou em questões básicas e depois pensou: e se os colocássemos no mesmo contexto dos humanos? Eles cometeriam os mesmos erros? Até quanto eles seriam capazes de contar? (até quatro).
Laurie escolheu macacos-prego por razões práticas. Segundo ela, eles são menores e mais fáceis de serem cuidados do que os chimpanzés e são quase tão inteligentes, engenhosos e sociais quanto os primeiros.
Fisicamente, o “Monkey Market” era um cercadinho anexado à casa maior dos macacos.
Um vídeo desses experimentos mostra como Felix e os outros entram, recebem uma “carteira” com 12 fichas de alumínio e partem para as compras.
No início os vendedores tinham o mesmo comportamento para que os macacos aprendessem e se acostumassem. Tudo custava uma ficha, mas aos poucos foram oferecendo opções para provocar em seus compradores sensações de indecisão: às vezes algumas fichas compravam mais do que outras, existiam compras caras e seguras e caras arriscadas. Existiam também situações de perdas seguras e perdas arriscadas.
Os macacos revelaram-se como a maioria dos seres humanos: optam pelo que é seguro, pelo o que é melhor para eles. A maioria comprava suas frutas e guloseimas do vendedor que dava mais – e a melhor – comida.
Os pesquisadores repararam também em dois comportamentos: os macacos gastam sempre todo seu dinheiro de uma vez. Economia não é com eles. Além disso, houve evidência espontânea de roubo. Um roubava a ficha do outro sempre que a oportunidade se apresentava.
Alguém ainda tem dúvidas do nosso parentesco com Felix?

Na semana passada vimos que o “capital erótico” faz toda a diferença no mercado de trabalho. A junção de beleza; atratividade sexual; “habilidades” sociais como graça, charme e flerte; vivacidade – uma mistura de boa forma física, energia e senso de humor –; apresentação social; e a sexualidade em si resulta num salário 15% maior.
No ano passado entrevistei Paulo Maia, fundador da ONG “SOS Aves e Companhia”, uma entidade que apesar do nome, salva animais de tudo que é tipo. Até aí, nenhuma novidade – apenas uma espécie de Luísa Mell das ONGs.
A nossa novela chegou ao fim. Já sabemos quem matou Norma. No entanto, o resto do mundo aguarda ansiosamente as cenas do próximo capítulo da novela líbia para que seja enfim revelado o paradeiro de Kadhafi. Desvendado o enigma, ainda seguiremos com a respiração presa até descobrirmos se ele terá um final feliz.
Se alguém, algum dia, disser que você é um doce pode não estar se referindo à sua maneira de ser.

O que cai bem com uma buchada de bode? Genival Lacerda? E com uma dobradinha? Cremilda. Uma bela galinha ao molho pardo pede Inezita Barroso.
A pensadora aí em cima tem apenas 13 dias de vida, mas já aparenta fazer planos para as próximas férias ao mesmo tempo em que se questiona sobre a situação em Trípoli.
Cada um ganha seu dinheiro como pode: desde sendo um reles operário numa linha de produção, passando pelos que são pagos para ouvirem (e resolverem) problemas alheios, pelos que se prostituem ou até roubando mesmo.
Às vezes tudo o que queremos é uma mãozinha para resolver os pepinos do dia-a-dia. Aqueles mais básicos, como buscar uma roupa na lavanderia, entregar um exame ao médico, ir ao supermercado buscar uma lata de molho de tomate ou guardar lugar numa fila.
Raramente um diretor de Recursos Humanos ou o dono de uma empresa admite que a aparência – principalmente para a mulher – é fundamental na conquista de uma vaga. O Brasil é exceção.


O título original é “Horrible Bosses” (“Chefes Terríveis”), mas no Brasil foi traduzido para “Quero Matar Meu Chefe”.
Hoje uma lista com alguns personagens famosos cujos visuais foram inspirados em pessoas reais. A seleção é do site “Buzzfeed”:
A onda de calor que atinge os Estados Unidos já matou mais de 20 pessoas e, assim como o Carnaval brasileiro, “não tem hora pra acabar”. Alguns Estados alcançaram temperaturas perto dos 50º C.
David Beckham, Brad Pitt e George Clooney podem ser os homens dos sonhos de muitas mulheres, mas não são exatamente os pares ideais.
Mais um exemplo de que geralmente as boas ideias são as mais simples.
Com esses capacetes aí em cima, acabaram-se de vez as desculpas dos motoboys para não usarem o equipamento de segurança.