
Os tios Sukita podem tratar de colocar suas barbas de molho após a leitura de “A Dating Paradigm Shift For Women In Their 30s” (algo como “Uma mudança de paradigma nos namoros das mulheres na faixa dos 30”).
O artigo, de Hugo Schwyzer, foi publicado no site de comportamento feminino “Jezebel” e dá conta de que mulheres por volta dos 30 anos que geralmente namoravam homens mais velhos estão se interessando pelos mais novos.
O autor conhece bem o terreno. Ele é professor de História e das questões de gênero na Universidade de Pasadena e entre seus cursos estão “Homens e Masculinidade” e “Beleza e Imagem Corporal”.
Para identificar essa nova tendência, além de sua observação de praxe, ele levou em consideração o desabafo de diversas amigas e entrevistas realizadas com 49 mulheres através do Facebook.
Segundo Hugo, há evidências de que a “onça” – termo criado pela mídia para se referir às mulheres mais velhas que perseguem homens mais novos – está à solta. Com uma pequena diferença: em vez dos 40, a tendência aparece entre as de 30.
Nas entrevistas – algumas realizadas pessoalmente, outras por email – Hugo conversou com moçoilas entre 26 e 40 anos. Todas elas tiveram experiências anteriores com homens mais velhos e o principal: estão namorando (ou têm interesse em namorar) caras mais novos.
Os motivos? Inúmeros. Segundo elas, homens entre 20 e 30 anos são menos estressados, melhores ouvintes, mais seguros, mais maduros, sentem-se menos intimidados com o sucesso feminino e são sexualmente mais atraentes – derrubando o mito de que mulheres não são “visuais” e acham cabelos cinza a característica mais sexy do mundo.
Elas foram sinceras ainda em outro ponto: várias delas sentem-se desconfortáveis na hora de tornar público o namoro.
Há uns dois anos Marisa Orth definiu essa situação melhor do que ninguém. Ela declarou que gosta de homem-pantufa: “gostoso de usar dentro de casa, mas que você morre de vergonha de mostrar para os outros”.
Segundo Hugo, relacionamentos entre casais formados por homens mais velhos e moças mais novas ainda fazem (e farão) parte de nossa cultura, mas é bom ficar de olho nas onças. Elas vão beber água.


Os macacões usados pelos astronautas que participaram da missão que levou o Homem à Lua saíram das mãos de costureiras acostumadas a cerzirem espartilhos e sutiãs.

Por que tenho de fazer depilação cavada? Devo colocar botox? Os homens nos odeiam secretamente? Por que as pessoas vivem nos perguntando quando vamos ter bebê?
Na sexta-feira passada, em São Paulo, o bairro do Brooklin parou por algumas horas para assistir à simulação de um ataque terrorista a um hotel cinco estrelas.
Na semana que passou uma tentativa de estupro em pleno metrô paulistano chocou a todos.
Nem Keith Richard nem Rafael Ilha. Amy Winehouse furou a fila e foi atendida.
Até quem se considera cansado de guerra e pensa que já viu de tudo na vida vai se surpreender com a história de Moacir Santaguita.
Tem emprego melhor para um desempregado do que “avaliador de miojo”?
Tenho o hábito de ler rótulos de alimentos. Hoje, tomando café da manhã, achei curioso o aviso na caixa do leite: “sem conservantes como todo leite UHT”.
A coisa mais fofa do mundo é quando um cara fica vermelhinho ao receber um elogio.


Tatuagem é como roupa. Veste-se.

Depois que o prefeito Gilberto Kassab instituiu a lei “Cidade Limpa”, São Paulo ficou livre de faixas, outdoors, luminosos e todo tipo de publicidade. A cidade pode ter ficado mais limpa, mas ficou também mais triste.

Dia 25 de junho aconteceu em Nova York mais um daqueles eventos criativos. Foi a terceira edição da “Jell-O Mold Competition”, uma competição de escultores de gelatina.
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