O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2011/06/13

PAPO DE COROA

Arquivado em: Folheando — trezende @ 10:05

Que a família real está na moda ninguém tem dúvidas. Depois do casamento de William e Kate, mais uma integrante do clã chama a atenção da mídia: Margaret Rhodes, prima e amiga de infância da rainha Elizabeth II. Rhodes está lançando sua autobiografia: “The Final Curtsey” (“A Reverência Final”).
O livro – que revela detalhes da convivência de Rhodes com a família mais pop do momento ao longo de oito décadas – começou a ser publicado em capítulos pelo jornal “Daily Mail” neste domingo.
Além de pequenos segredos, a autobiografia traz fotos deliciosas de momentos informais da família – como essa da rainha comendo com um pratinho no colo. Segundo o jornal, a rainha leu e deu sinal verde para os relatos.
Rhodes tem 86 anos, é a filha mais nova do lorde Elphinstone e de sua esposa Mary e mora desde 1980 nas cercanias do parque de Windsor numa casa dada a ela pela rainha-mãe.
“Margaret, a rainha (a II) e eu crescemos juntas. Quando nova, Margaret já era promissora, tinha beleza, inteligência e charme. Na infância ela era extremamente mimada, especialmente pelo pai. Se se comportasse mal, ela invariavelmente superava a situação fazendo todo mundo rir. Era difícil resistir a Margaret, mas ela não teve a mesma sorte com os homens”, conta Rhodes.
De acordo com o jornal, um dos capítulos mais notáveis é uma descrição vívida e emocionante da morte da tia e rainha-mãe em 2002.
Rhodes – que trabalhou num dos escritórios do Serviço Britânico de Inteligência durante a guerra – narra o momento em que foi registrar o falecimento da tia. Perguntaram: “Qual era a ocupação do marido?”. Depois de alguns segundos de hesitação ela responde: “Rei”.
“Fui uma espécie de dama de honra e companhia da minha tia de 1991 até seus últimos dias. Eu costumava chegar ao palácio por volta de 11 da manhã, meio-dia, para almoçar com ela. A refeição era servida na sala de visitas, em cima da mesa de carteado. Eu tentava distraí-la com fragmentos de notícias que pudessem interessá-la – era difícil fazê-la alimentar-se”, revela Rhodes.
Ela conta ainda que a rainha-mãe tinha o incrível dom de fazer as pessoas acreditarem que durante uma conversa elas eram as únicas com as quais ela gostaria de falar no mundo. Uma mulher que nunca admitia uma doença e que “considerava a aspirina uma droga perigosa”.
Outra curiosidade é que a rainha-mãe não se importava com as pessoas fumando ao seu lado. Dizia que isso a fazia lembrar-se de seu marido, de seu pai e de seus irmãos, todos fumantes.
“À noite, enquanto jantávamos sozinhas, ela gostava de assistir TV – particularmente ‘Two Fat Ladies’ (‘Duas Senhoras Gordas’) e programas de humor”.  
Segundo Rhodes, a rainha-mãe recebia inúmeras correspondências – e nenhuma delas era ignorada. Além de responder a todas as missivas, a rainha tinha “uma caverna do Alladin de presentes”, um armário cheio de bibelôs que vez ou outra eram embalados e mandados juntos com a carta.
E não é que a família real também tem sua versão de Bolsa-família? 

Leiam o capítulo completo AQUI

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