O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2011/04/18

VIAJANDÃO

Arquivado em: A real do mundo real — trezende @ 09:58

Hoje, dicas úteis para quem curte conhecer outros países.
Um artigo no site “Gadling” lista os dez tipos de roubo mais comuns em viagens.
Turistas são o alvo perfeito. Além de não estarem completamente familiarizados com o local, distraem-se com a paisagem ou tirando fotos, às vezes caem em vizinhanças suspeitas ou estão meio aéreos por causa do “jet lag”.
Os trombadinhas e ladrões profissionais estão de olho nisso. Segundo o artigo, “esses malandros oportunistas podem ser divididos em várias raças: as gangues infantis na Itália, os vietnamitas que passam de “scooter” e levam a carteira ou os falsos policiais na Europa”.
Pelo menos numa dessas modalidades a gente já ouviu falar.
Eu sei do caso de um turista que foi assaltado na Itália por um falso policial. Com a desculpa de checar sua documentação, levou tudo, inclusive o passaporte.
Na Itália todo cuidado é pouco. Aquilo lá é praticamente um Brasil.

Abaixo as dez “atividades” em que devemos prestar mais atenção:

10. Macacos-ladrões em Bali
Habitantes locais muito criativos treinam os macacos para roubar viajantes. No caso de pegarem os óculos de um turista, os bichos só os largam mediante o pagamento de uma rúpia – a moeda indonésia. É claro que depois o macaco troca a grana por uma gostosura com o seu comparsa. Esse tipo de assalto é comum ao redor dos penhascos de Ulu Watu e na Floresta dos Macacos em Ubud.
Poderíamos incluir nesse item os micos que ficam à solta no hotel “Ariaú Towers”, em Manaus.

9. Falsos policiais
O golpe é facilmente aplicado dada à nossa incapacidade de conhecer apropriadamente o uniforme da polícia local. O gatuno geralmente se aproxima dizendo que precisa checar nossa identidade ou algo que possa deixar nossa carteira nas mãos dele. Aí é só correr para o abraço. Outro golpe comum aplicado por falsos policiais acontece nas estações de trem. Eles abordam os turistas e pedem pelo tíquete de viagem. Após um balanço de cabeça em tom negativo, eles explicam que os turistas compraram o bilhete errado e os “multam”.

8. Roubos em ônibus
O assalto clássico acontece de várias formas e em todos os lugares – de Boston à Bogotá e à Berlim.
Uma pessoa pergunta se você precisa de ajuda para colocar a bolsa no bagageiro sobre as poltronas. Enquanto isso, um trombadinha dá uma geral nos seus bolsos.
Em outra variação do golpe, o bom samaritano oferece ajuda e joga a bolsa pela janela para o colega, estrategimente posicionado num ponto fora do ônibus.
Outro furto clássico dentro dos coletivos é uma criança pequena equipada com um objeto cortante. Ela se aproveita do olhar contemplativo do turista e faz a festa.

7. Distração na estação de trem
O viajante chega à estação cheio de planos e pensamentos, coloca as malas dentro do vagão e se prepara para a partida. Alguém com uma “cara oficial” se aproxima, dá uma batidinha no vidro e gesticula. O turista se aproxima da janela – ou em alguns casos até sai do vagão – e o comparsa do “oficial” junta tudo e sai correndo.

6. Dinheiro falso dado em restaurante
Esse tipo de fraude é mais comum em países europeus situados na Península Ibérica. Após a refeição e o pagamento da conta, o dono do restaurante retorna com a notinha e diz que tem más notícias. A nota de 50 euros que você deu como pagamento é falsa e educadamente pergunta se o acerto pode ser feito de outra forma. Apesar de sua cédula realmente ser verdadeira, a que ele trouxe da cozinha é falsa.

5. Batedor de carteira
Essa modalidade também é clássica. Um casal que para à sua frente, uma senhora que coloca a sacola no chão ou qualquer outra pessoa que o distraia é tudo o que o trombadinha precisa para agir. Bobeou, dançou.
Alguns são hábeis o suficiente para levarem algo sem que o tenhamos notado. Outros se utilizam de estiletes e facas para rasgarem a bolsa ou esvaziarem o bolso.

4. Scanner de bagagens
Não é muito recorrente nos aeroportos, mas há outros lugares com dispositivos de raio-x em que o golpe pode ser aplicado.
A manobra acontece da seguinte forma: dois ladrões ficam à sua frente na fila para passar pelo scanner e pelo detector de metais. O primeiro passa sem problemas e espera no fim da esteira. O segundo – o que está bem à sua frente – cria uma série de problemas: esquece as chaves no bolso, o cinto e tudo o que possa disparar o alarme. Enquanto isso, sua mala já está do outro lado da esteira e o primeiro comparsa já fez o serviço.

3. Mostarda, vinagre, cocô de pombo ou fezes humanas
Esse é resultado de anos de evolução criminosa. Enquanto o turista caminha sozinho, alguém salpica mostarda, cocô de pássaro em sua mochila ou coloca mostarda no bolso da camisa. Em casos extremos, jogam fezes humanas do alto de algum prédio.
Nessa hora aparecem pessoas para ajudar munidas de lenços de papel e boa vontade. Cuidado. Enquanto um limpa a roupa, o outro limpa o bolso.

2. O truque do prego
Enquanto você estaciona o carro para comer, o ladrão crava um prego no pneu do carro. Horas ou minutos depois, enquanto você está passando por um lugar menos movimentado, percebe que o pneu está furado. Ao parar e descer, é abordado por maus samaritanos.
Em São Paulo, outra prática conhecida é a da pedra. Eles jogam uma pedra do alto de uma ponte ou viaduto. Você para e se torna presa fácil.

1. Caixas eletrônicos
Há vários golpes envolvendo caixas eletrônicos. Um deles é preparado antes de sua chegada. Os ladrões providenciam um adesivo que fará com que seu cartão fique preso à máquina. Em outro, grudam um falso número de atendimento ao cliente no caixa. Quando o cartão fica preso e você recorre ao atendimento telefônico, o “atendente” pede uma série de dados, inclusive a senha.

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3 Comentários »

  1. Depois de ler o post decobri que, pelo menos em matéria de picaretagem, o Brasil é um país de primeiro mundo.

    Comentário por Angela — 2011/04/18 @ 10:56

  2. Angela, onde assino?

    Beijocas.

    Comentário por Selma Barcellos — 2011/04/18 @ 15:32

  3. Devemos realmente estar atentos a tudo, não falar com estranhos, evitar dar bobeira. Uma solução que já vi em outro blog para o item 6 é fazer algum rabisco pequeno na ponta de cada cédula. Pode ser uma bolinha próxima a algum número em todas as cédulas, ou uma estrelinha. Mas tem q ser bem pequeno mesmo porque em alguns países, dinheiro danificado não é aceito. Então se alguém disser que a nota é falsa e trouxer uma nota que não tem a demarcação que você fez, é só mostrar que não foi aquela cédula que você entregou pois ela não tem o rabisco no canto.

    Comentário por Barbrinha — 2011/04/21 @ 19:38


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