
Estamos na reta final das campanhas políticas e chega o momento de escolhermos o menos mentiroso – ou o que mente melhor.
Para nos ajudar nessa missão democrática, um livro que foi alvo de reportagens na revista “Forbes” e no jornal “The Washington Post”: “Liespotting: Proven Techniques to Detect Deception” (“Detecção de Mentiras: Técnicas Comprovadas para Identificar Trapaças”), de Pamela Meyer.
Segundo a autora, algumas pessoas são tão boas quanto um chimpanzé (ou têm os olhos tão abertos quanto o John Lemon acima) para se darem conta de uma lorota. Portanto, podemos nos treinar para melhorar nosso detector de mentiras interno.
Nossas mentiras são de duas categorias: as ofensivas e as defensivas. Dentre as do primeiro tipo, as que contamos para conseguir algo que não está acessível e as que inventamos para passar uma boa impressão. Já as defensivas são criadas para evitar alguma punição, situação embaraçosa ou para proteger alguém.
Além da linguagem corporal, há vários sinais verbais aos quais podemos prestar atenção quando desconfiamos de alguém: 1) Mentirosos se prendem a detalhes irrelevantes da história ou em descrições minuciosas; 2) Repetem a pergunta para ganharem tempo e formularem uma boa resposta; 3) Outra pista, mais sutil, é que eles não contraem as palavras e usam uma linguagem distanciada (por exemplo: em vez de “com Joaquim Roriz” eles preferem “com aquele Joaquim Roriz”).
A ideia de que os homens mentem mais é um mito. Segundo a autora, a diferença está no tipo de mentira que cada um de nós conta.
Enquanto eles inventam histórias em causa própria, as mulheres mentem para proteger alguém.
Outro ponto interessante é que geralmente as pessoas extrovertidas não só contam mais lorotas do que as tímidas como também persistem mais tempo no caô e se sentem confortáveis com isso.
Os bons mentirosos são ótimos observadores de si mesmos. Intuitivamente, sabem como os outros os enxergam. Essa capacidade de saber decifrar o outro faz com que lidem melhor com suas emoções e consigam provocar sua “vítima”.
Segundo Pamela, há sinais não-verbais que são clássicos: tocam ou coçam os olhos; ficam rígidos na parte inferior do corpo; forçam contato visual para tentar acabar com o mito de que o mentiroso não fita o olho da vítima; e remexem objetos que estão em cima da mesa ou em suas bolsas, formando barreiras.
No site da autora há um quizz para testarmos a quantas anda nossa capacidade de identificar uma peça dessas. Façam o teste e usem as últimas horas do horário político como método de treinamento.
Vejam o teste AQUI

Atenção solteiras desesperadas por um marido: hora de arrumar as malas rumo à Tailândia.


Baseada em fontes como a revista “Newsweek”, a agência de notícias “Associated Press” e os jornais chilenos “La Tercera” e “El Mercurio”, a rede americana “Msnbc” publicou um relato interessantíssimo sobre como é um dia típico na vida dos 33 mineiros que desde 5 de agosto estão vivendo quase no centro da Terra.
Acaba de ser identificado um novo enigma na questão da luta contra a balança: a ordem em que os pratos são apresentados a uma pessoa faminta tem influência na avaliação calórica que se faz deles.


A realidade nos mostra que dinheiro não dá em árvore. Mas não para alguns felizardos de Chicago.

Quem assistiu a “Tropa de Elite” deve se lembrar da cena em que Matias (André Ramiro) chega a uma oficina habitada por viaturas velhas e semiabandonadas. Apesar de capengas, ainda eram utilizadas pelos policiais.
O drama dos mineiros chilenos soterrados há um mês e meio vem sendo acompanhado de perto pelo mundo.
É crescente o número de páginas na Internet que prestam serviços pessoais, psicológicos ou afetivos aos leitores.
O auê em torno da candidatura de Tiririca está bonita de ser assistida de camarote.

Se Caracas é quase o Rio de Janeiro, o Monte Ávila é seu Pão de Açúcar. Porém, ao contrário do ponto turístico carioca, o passeio pelo “Warairarepano Sistema Teleférico” é muito mais emocionante.
Pensem num Rio de Janeiro sem a Marina da Glória, o Cristo Redentor e as praias. Assim é Caracas.


Nem mesmo a histeria em torno da escapulida do peito de Janet Jackson no intervalo do “Super Bowl” em 2004 foi capaz de acabar com o moralismo americano.