O Mundo Gira, A Lusitana Roda…

2010/05/30

ELEVANDO A ALMA

Arquivado em: Diário de bordo — trezende @ 10:07

O Empire State está feliz da vida. Além da fama adquirida na década de 30 graças à participação em “King Kong”, goza do título de edifício mais alto de Nova York. No entanto, no quesito “melhor vista da cidade” o campeão é o “Top of the Rock”, no Rockfeller Center.
A verdade é que desde sempre o “Top of the Rock” se acostumou a dividir as atenções da mídia com duas outras estrelas: a pista de patinação que funciona todos os anos na época do inverno lá embaixo, em frente à estátua dourada de Prometeu, e a foto clássica dos operários sentadinhos numa viga de aço.
A imagem, de Charles Ebberts, foi feita em 1932 e mostra os pedreiros numa pausa durante a construção do 69º andar do Rockfeller Center.
Menos conhecido do que seu irmão gêmeo Empire State, o “Top of the Rock” propicia uma observação 360º de Nova York com um diferencial: a visão do próprio Empire State.
As emoções começam depois que percorremos uma pequena exposição histórica sobre a construção do Rockfeller Center e o pioneirismo de seu fundador. Assim como nos brinquedos da Disney, posamos para uma foto no “brinquedo” – neste caso uma viga de aço acompanhada de um papel de parede com a Nova York de 1932 ao fundo – e nos dirigimos ao elevador.
Cuidado, spoiler!
Quando as portas se fecham, o susto é inevitável. As luzes se apagam e enquanto o elevador sobe até o primeiro lance de observação (o 67º andar), uma voz nos dá as boas-vindas e imagens sobre a construção do prédio são projetadas no teto transparente da cápsula.
Lá em cima, do alto de 260 metros, são tantas emoções… É a visão de Nova York como temos nos filmes. Difícil decidir se preferimos nos admirar com o Central Park, com um pedacinho do Chrysler Building, com o rio Hudson ou com o Empire State. Como baratas tontas, circulamos entre o 67º e o 70º andares enchendo toda a memória da nossa câmera fotográfica.
O deck do “Top of the Rock” foi aberto à visitação em 1933, mas fechou em 1986 e voltou a funcionar novamente há cinco anos totalmente restaurado.
Na descida, uma leve pressão no ouvido e cá estamos nós de volta à realidade. Totalmente restaurados.

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