
Há dez dias alguns jornais britânicos noticiaram algo que fez com que pulgas e percevejos programassem a serenata de Gilliard. Segundo uma pesquisa, mais de meio milhão de ingleses troca os lençóis da cama apenas três vezes ao ano.
Entre as regiões com mais cascão, a campeã é Londres (24%), seguida do nordeste do país (22%).
Nesta quarta-feira foi a vez das pulgas “made in USA” comemorarem com júbilo: o “The Wall Street Journal” revelou que os americanos limpam a geladeira uma ou duas vezes ao ano.
O resultado da pesquisa realizada por alguns fabricantes de geladeiras teve um desdobramento curioso. Cientes de que é um hábito arraigado, marcas como “Whirlpool”, “Viking Range” e “Sub-Zero” desenvolveram refrigeradores com tecnologia suficiente para auxiliar os consumidores a conviverem com a sujeira.
Entre as novidades, espaço interno 25% maior, prateleiras incrementadas com ranhuras microscópicas que ajudam a represar uma latinha de refrigerante derramado, sistema de íons mata-bactérias e melhor iluminação – para evitar que alimentos sejam esquecidos num canto.
Alguns modelos chegarão ao mercado americano em maio.
De acordo com a pesquisa, os americanos só limpam e organizam suas geladeiras quando imprevistos acontecem, como o derramamento de líquidos ou quando um cheiro ruim se apodera do eletrodoméstico.
Além da imundície, descobriu-se que os consumidores não sabem estocar os alimentos corretamente. Quatro anos atrás, na tentativa de descobrir como as pessoas organizavam suas geladeiras, a “Sub-Zero” pediu que um grupo de 12 voluntários arrumasse os itens de uma compra equivalente ao consumo de uma semana.
O que se notou foi um caos. Carne e latinhas de bebida no compartimento para legumes, leite e ovos na prateleira da porta e muitos produtos espremidos.
Os problemas, segundo o fabricante: a carne crua, se contiver a bactéria E. coli, pode pingar e contaminar alimentos – principalmente os que são ingeridos crus, como frutas e legumes. Ovos e laticínios não devem ficar na porta – é o lugar mais quente da geladeira. E, finalmente, quanto mais os itens estiverem espalhados, melhor a circulação do ar.
Dicas: depois de lavadas, frutas e verduras devem ser envolvidas em plástico para evitar contaminação; apenas condimentos como molhos podem ficar na porta; é importante limpar constantemente a prateleira abaixo das gavetas inferiores – que é para onde tudo escorre.
Fica aqui um recado para ingleses e americanos: a gente é pobre, mas a gente é limpinho.






Na terra de ninguém que é a web, a segmentação de sites e blogs é mais do que natural. Mas em meio a essa divisão, há quem crie territórios tão específicos que despertam a atenção pelo ineditismo – não exatamente pela relevância do conteúdo.

A ideia não passa de uma brincadeirinha, mas ela ajuda a nos abrir os olhos.
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Pedofilia, violência, abusos de toda ordem, preconceito estético e analfabetismo. Dramas comuns a inúmeros brasileiros que aterrisam em Hollywood através de “Preciosa – Uma História de Esperança”.
Todo ano nestes cinco dias de folia vivemos um feitiço do tempo. Se por algum problema técnico as emissoras de TV decidissem exibir as imagens do Carnaval de 2009 ou de cinco anos atrás ninguém tomaria tento.



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Chichén-Itzá foi uma cidade que funcionou como o mais importante centro político e econômico durante o auge da civilização maia – de 200 a 900 depois de Cristo. Na língua maia, Chichén-Itzá quer dizer “A boca do poço dos bruxos d’água”.