
E se pudéssemos mapear a distribuição dos sete pecados capitais pelo Brasil? Que Estado seria o campeão em preguiça? Qual seria o mais guloso? Ou o mais invejoso?
Pois nos Estados Unidos a pesquisa já começou. Geógrafos da Universidade de Kansas divulgaram no fim de março os resultados da pesquisa “A distribuição espacial dos sete pecados capitais no Estado de Nevada”.
O que inicialmente parecia apenas uma diversão erudita de geógrafos se transformou numa convenção disputadíssima durante o “Encontro Anual da Associação dos Geógrafos Americanos”, no Estado de Riviera. Foram cerca de 6 mil espectadores.
Os pesquisadores utilizaram dados estatísticos para quantificar e localizar os pecados e produziram mapas que mostram, distrito a distrito, os níveis de luxúria, gula, avareza, preguiça, ira, inveja e orgulho pelo Estado de Nevada. Através de bancos de dados nacionais sobre taxas de doenças sexualmente transmissíveis (luxúria) ou assassinatos per capita (ira), os geógrafos chegaram a um “índice do pecado”. Os mapas têm sete cores – uma para cada pecado. Quanto mais escuro o tom, mais “malvado” é o distrito.
Para calcular a ira compararam o número de crimes violentos – assassinatos, assaltos e estupros – fornecidos pelo FBI. Já o nível de gula foi medido pela quantidade de restaurantes fast food per capita, enquanto os dados sobre preguiça foram conseguidos relacionando-se gastos com Artes, entretenimento e recreação com a taxa de emprego. Na maioria dos sete pecados o distrito de Clark foi o que obteve os piores índices.
Os pesquisadores levaram quatro semanas para concluírem o estudo, mas eles também conseguiram dados de mais 3 mil distritos pelo país. Os resultados de Nevada tornam-se inexpressivos se comparados aos demais, como o Texas, que ficou bem colocado no quesito gula. Já a Flórida e distritos vizinhos se saíram bem na questão da ira.
Enquanto alguém não decide fazer levantamento parecido no Brasil, mandem seus palpites para o Estado mais: tarado, pão-duro, preguiçoso, guloso, nervoso, invejoso e orgulhoso.
Acima, a distribuição da inveja (à esquerda) e da ira nos Estados Unidos


Mais surreal do que um porco gripado e com o nariz escorrendo é o que a doença do animal está causando: pânico. Os principais focos estão no México e nos Estados Unidos, mas o mundo está desesperado diante da possibilidade de uma pandemia.
Cerca de 50 mil pessoas aguardam por um transplante no Brasil. Mas o problema da doação de órgãos é uma questão mundial e motivo de discussão em áreas inimagináveis, como nas Artes.


A imagem da Justiça sai arranhada com o bate-boca no Supremo Tribunal Federal? A resposta são outras duas perguntas. Que imagem? Desde quando políticos e suas respectivas Casas gozam de alguma credibilidade no Brasil?
Lisa Katayama é autora do blog “TokyoMango” e trabalha como jornalista freelancer escrevendo sobre tecnologia, direitos humanos e cultura japonesa em revistas como “Wired”, “Make” e “PopSci”.
Quantas vezes por semana o brasileiro põe a cabeça debaixo do chuveiro? Essa é uma questão que nem nossos institutos de pesquisa têm a resposta. De fato, o assunto é pouco relevante, mas não menos curioso.
Felizmente nem todos os acidentes aéreos terminam em tragédia. Os que contam com um piloto sagaz, equipamentos confiáveis ou com a intervenção divina poupam passageiros e a própria aeronave da desgraça.
Alguns assuntos, vídeos ou fotografias viram hits na web. Em questão de minutos dominam blogs, sites de notícias, ganham milhões de acessos e com a mesma velocidade são alvos de paródias.
No colégio aprendemos que os burgos eram pequenas cidades protegidas por muralhas. Dentro delas residiam os comerciantes que mais tarde seriam chamados de burgueses.
Existem corridas de jerico, de carrinho de mão, de garçons, torneios de xadrez, de futebol na lama, concursos de fantasias de cães, de idoso mais belo e até campeonato de arremesso de aviões de papel.

Para a maioria das pessoas a rotina é massacrante. Passar pelos mesmos locais, observar as mesmas pessoas, realizar as mesmas tarefas e até dizer as mesmas frases – geralmente nos mesmos horários –, estressa e causa o efeito “Feitiço do Tempo”.
Walt Disney está para os roedores assim como Drew Oliver para os micróbios.
Esconder drogas ou dinheiro em peças íntimas é um truque conhecido entre policiais, traficantes e mulas.

Enquanto você degusta seu ovinho de Páscoa e, quiçá, o bacalhau pelo qual esperou o ano inteiro, tem gente por aí saboreando algo para poucos em tempos de crise: ouro.
Nada como anos e anos de repetição de uma pintura clássica para que mentes criativas a transformem em cultura pop. A obra, no caso, é “A Última Ceia”, de Leonardo da Vinci. Realizada no século 15, é, juntamente com “Monalisa”, um dos quadros mais famosos do mundo.